quinta-feira, 7 de junho de 2018

O que tem de novo 07/05/2019

(É melhor não botar comentário em "O que tem de novo", pois estou sempre apagando e repostando)

07/05/2019
   Na Assembleia da Apub de hoje acaba de ser aprovada a paralisação no dia 15/05/19. Não darei aula nesse dia, e a prova de Física 4 ficará para o dia 20/05, segunda feira. 

02/05/2019
   Botei toda a aula sobre wronskiano de função de Bessel na página "Textos auxiliares do curso de Métodos 2".

16/04/2019
    João Henrique arrumou um link muito bom sobre o Método de Frobenius. Está na página de Métodos 2.

27/03/2019
   Comecei a postar as escolhas dos alunos para o primeiro trabalho de Métodos B. Os trabalhos deverão ser manuscritos e entregues impreterivelmente até o final da primeira prova.

17/02/2019
   Alterei o programa de Métodos B, para caber com duas aulas semanais.

15/02/2019
   Na página Horários da Física tem as salas das disciplinas ministradas pelo Instituto de Física.

14/02/2019
   Botei as datas das provas e provinhas de Física 4 e Métodos B (Métodos 2) nas respectivas páginas.

25/09/2018
    Tem uma página nova, chamada Diagonalização, onde explico mastigadinho sobre como diagonalizar matrizes, sua utilidade, e formas de Jordan. 


01/05/2018
   O livro que usei para resolver exercícios de Métodos I ontem, pode ser encontrado no link
http://www.igm.mat.br/cursos/fvc/livro_fvc.pdf

14/06/17
   Aproveito para lembrar que as provas têm pesos 4, 5 e 6. A média é (4*P1 + 5*P2 + 6*P3)/15.

13/05/17
   Os professores de Física da USP estão ensinando os conceitos no youtube! Aproveitem e aprendam, depois me ensinem! Vai o link:
 https://goo.gl/QMFwst

10/05/17
   Tive muito trabalho para achar este site, com a tradução de Cartan para o francês do artigo de Study sobre números complexos e hipercomplexos. Por isso compartilho com quem se interessar. Muito bom! Study escreveu o original em alemão em 1898. Cardan traduziu e atualizou em 1908.

http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k2440f/f173.item.r=%22Nombres%20complexes

02/08/13
   Um vídeo onde eu imito Beethoven tocando a Quinta Sinfonia, e dois professores da UFBa que foram premiados na USP, logo abaixo.

05/03/13
   Na página "Sobre Gildemar" botei porque não quero que me chamem de "professor", embora valorize muito essa profissão.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

sexta-feira, 11 de julho de 2014

A minha primeira audiência como réu

     Tava nervoso. Chateado.  Um amigo advogado redigiu minha defesa e me mandou no suspense. Audiência como réu às 11:30 de sexta. O horário que eu mais sofro com minha trompa de Eustáquio aberto.  Almocei às 10:00 pra ver se evitava o transtorno. 10:30 saí. Levei Érika comigo, pra dirigir na volta caso minha situação piorasse muito.  Onze e pouco já estava no Detran. Subi a ladeirinha e parei num congestionamento. Parecia que tinha gente demais querendo estacionar. Nunca tinha visto aquilo.  Aí veio um guarda, desses de roupa cáqui, gordo e simpático, instruindo que o estacionamento tinha mudado de lugar. Agora era lá embaixo na entrada, do lado direito de quem desce. Me admirei da eficiência do nosso padrão de complicação. Por que não botavam alguém lá embaixo na entrada avisando, e esperavam que a fila chegasse até em cima pra mandar descer novamente?  Estacionei lá embaixo e voltei andando. Todo mundo tem que subir andando do estacionamento até os vários escritórios lá em cima, mas não existem passeios. É no Departamento de Trânsito, mas os pedestres têm que se arriscar pelo meio dos carros. O Juizado é a primeira porta do prédio. A mais próxima.
     Meu algoz estava sentado logo na entrada, com a mãe dele do lado. Ele tentou me cumprimentar, mas não reconheci de pronto. Imaginava que ele fosse da idade dos meus alunos, motorista sem experiência, mas agora ele parecia ter mais de 30 anos. O carro era da mãe dele, e era ela quem me botava na justiça. Mostrei a citação (o documento que recebi me intimando a comparecer como réu, o coitado) à moça do balcão. Ela olhou, checou alguma coisa, e me devolveu sem dizer uma palavra. Fiquei olhando pra cara dela, imprimindo bem na face a ideia de que estava esperando alguma orientação, e só aí ela disse: "Pode aguardar".
     Não adiantou almoçar mais cedo. O mal-estar começou como sempre.
     A minha acionante falava alto com o filho. Parecia à vontade.  Felizmente que o ar condicionado não funcionava, mas estava quente. Fui de camisa social, já que um advogado tinha me recomendado ir de paletó, para que o juiz se identificasse mais comigo, e outro advogado tinha me dito que não precisava. Não podia ir de bermuda. Sentado ali compreendi que seria muito ridículo ir de paletó, ainda mais eu que tenho ogeriza. Seria que nem se vesti com roupa de gala para a primeira viagem de avião. Mas eu comecei a suar. A testa brilhante comprometia minha beleza. Na parede, um aviso dizendo que era proibido entrar de boné, bermuda, camiseta, mini-saia e similares.  Um índio teria que arrumar roupa de branco.  Um homem de saia não teria problemas, felizmente.  Um televisão velha, com a imagem toda borrada mostrava Fátima Bernardes, mas ninguém ligava. Às 11:30 em ponto (tinham me avisado que eles são pontuais) apareceu uma mocinha muito bonita, com um frescor de cantora de fado convidando a gente a entrar.
     Só a moça, já descontraía qualquer um. Sentamos numa mesa comprida, ela na cabeceira com um computador com dois monitores. Um voltado pra nós e outro voltado pra ela. Assim a gente sabia tudo que ela estava fazendo. Ela pediu minha identidade, perguntou se havia a possibilidade de um acordo para encerrar logo. Não haveria. Perguntou aos dois se aceitavam que cada um pagasse seu amasso. Só eu aceitei, pois só deu uns riscos no canto dianteiro direito do meu carro. Mas vou entrar com recursos pra ele pagar. Dá quase 300 reais, e é muito para quem não fez nada de errado.
    Como ninguém quiz acordo, ela remarcou outra data, desta vez para nós comparecermos perante o juiz, perguntou se todos concordavam com a data e horário, e acabou. Rapidinho. Não durou nem 15 minutos. Vão aprendendo, caso o dia de vocês chegue.
    Depois que cheguei em casa fiquei pensando que, se explicasse como o filho dela me interceptou, metendo o carro bruscamente na frente do meu, talvez a mãe reconhecesse que o filho dela é que é meio problemático e deixasse essa complicação toda pra lá. A mãe dela está na UTI, coitada, e talvez nem possa comparecer na nova data. E eu aqui faltando as aulas que gosto tanto.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Quem disse que o pessoal de exata não sabe dançar?


    Os alunos de Física 3 no passo do Lepo-lepo.  O legal de minha turma é mesmo os reprovados são reprovados com alegria.
    Foi numa hora já cansado de preparar e corrigir provas, que resolvi fazer o vídeo para relaxar, como quem joga um vídeo-game no intervalo dos estudos.  Fiz de qualquer jeito no i-movie, sem compromisso mesmo. Mas acho que se casasse os movimentos com as letras e frases da música ficaria mais legal.


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A sala 217, do PAF-1:

   Vejam a situação da sala onde dou aulas de Métodos 1:  Cheia de compensados corroídos nas janelas, pra não deixar ninguém abrir. As paredes cheias de infiltração. Quem não se dá bem com o ar condicionado sofre e não tem escolha. E porque uma sala de aula nessas situações de barraco, numa Universidade Federal?  Afinal, onde está a raiz do problema, em Brasília ou em Salvador?