quinta-feira, 5 de julho de 2012

Salve o Corinthians


Em homenagem à bela vitória do Corinthians, reposto aqui o sonho que tive no ano passado. Acho que estava prevendo. Outro sonho que postei aqui foi no artigo intitulado "Sonhei com Deus". Pois no dia que encontraram a partícula de Deus, o Corinthians ganhou a Libertadores. Deve ter alguma relação (?)

16/09/11
A loucura dos sonhos

 Tem cada sonho intrigante, sem pé nem cabeça.  Como explicar a criatividade dos sonhos?
  Sonhei esta noite que eu me olhava no espelho, e estava com um corpo saradão. Sem barriga, os músculos  bem na medida. O espelho era alto, e eu ficava pulando para ver melhor a barriga. Aí tinha uma menininha pretinha, de uns 5 anos com vestido vermelho de bolinhas brancas (meus sonhos são sempre technicolor), que aparecia nessa sala. Com duas trancinhas que dão uma volta com um laço de fita em cada uma, ela queria por tudo que eu ligasse pro pai dela.  Dizia que estava tendo um bavi, que era a décima segunda jogada do campeonato, no dia 12, e se o Bahia empatasse com o Vitória de 2 a 2, faria doze pontos.  Eu liguei pro pai dela de um telefone fixo que tinha lá, e ele confirmou com ela que o jogo tinha realmente terminado dois a dois. Saímos para comemorar na rua, e, para minha surpresa, vinha gente de todo canto com roupas brancas, com umas tiras amarelas do lado, que nem frentistas da Petrobrás, cantando: Salve o Coríntians, campeão dos campeões.  Eu cantava junto: Eternamente... Mas às vezes faltava a voz de tanta emoção, de ver aquela gente toda na rua comemorando, cantando afinadinho. 
   Aí chegava numa rua, que era uma rua de Serrinha que sai da casa de Ninfa em direção ao Mercado. Mas a rua estava bem mais estreita do que ela é na verdade. A rua estava toda adornada em ambos os lados com fitas coloridas de papel empenduradas, parecendo os enfeites do festival de Tanabata, no Japão, e por ela vinha um monte de jovenzinhas organizadas e vestidas como para ternos de reisados. Era muito bonito.  Segui pela rua, mas logo foi escasseando o número de pessoas, e cheguei num lago grande e bonito, cercado de árvores e grandes casas japonesas. No meio do lago um peixe de uns 50 centímetros, verde musgo, nadava alegremente, com o dorso todo para fora, mostrando bem a nadadeira dorsal. Fiquei um tempo contemplando admirado, e pensei que deveria voltar pelo mesmo caminho que tinha chegado até lá, para não me perder.  Mas resolvi seguir pela perpendicular, concluindo que com certeza daria em Shiraganê, bairro onde eu morei em Nagoya.  Foi quando acordei. 
   Me admirei de lembrar de tantos detalhes. Contei à minha filha, e ela quis saber o que eu tinha ingerido antes de dormir... Teve até hino do Corínthians para comemorar o empate do jogo Bahia-Vitória!

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